quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

TENHA SEMPRE UM RED LABEL POR PERTO

Britânico preso em sofá 'sobrevive' com goles de uísque

Joe Galliott, de 65 anos de idade, ficou dois dias debaixo de móvel até ser resgatado.

Um homem que ficou preso debaixo do sofá de sua casa durante dois dias diz que sobreviveu bebendo uísque de uma garrafa que caiu perto de onde ele estava.

O britânico Joe Galliott, de 65 anos, conta que ficou desorientado durante uma queda de energia em sua casa e acabou caindo no sofá, que virou por cima dele.

"O sofá virou por cima de mim e me prendeu como a um rato em uma ratoeira", disse Galliott à BBC.

Como tem problemas de coluna, Galliott não conseguiu mover o sofá e ficou preso por 60 horas, até que um vizinho conseguiu ver a cena pela janela.

Segundo Galliott, uma garrafa de uísque caída perto de onde ele estava o manteve são e salvo durante o período em que ficou preso sob o sofá.

"Eu tomei um gole (de uísque) e pensei: 'até que isso não é tão ruim'", disse.

Vizinho

Depois de horas sem comida ou água, Galliott afirma que começou a ficar preocupado.

"Parecia interminável, você pensa que vai ficar lá para sempre", afirmou.

Galliott foi salvo quando um vizinho, preocupado porque as cortinas da casa estavam fechadas há dois dias, resolveu espiar por uma fresta.

Depois de resgatado, o britânico passou cinco dias se recuperando em um hospital.

De volta a sua casa, Galliott diz que vai passar a manter uma garrafa de uísque sempre por perto, "por precaução".

fonte: BBC Brasil

POR PRECAUÇÃO EU JA FIZ O MEU ESTOQUE TB ...

CHEERS!! beijo, me liga,

Pé de Pano

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

CHEGUE BEM PERTO...

OLHE BEM PRA CARA DO MOLEQUE....

beijo, me liga,

Pé de Pano

Eclipse

PRIMEIRO Eclipse DO ANO
©AP
26/01 – Eclipse parcial do sol vista da Baía de Manila, nas Filipinas

beijo, me liga,

Pé de Pano

GUITAR HERO METALLICA

A banda de rock Metallica divulgou em seu site oficial a lista completa das músicas que estarão no jogo que levará o nome do grupo - Guitar Hero: Metallica. Previsto para lançamento em março de 2009, o jogo seguirá os moldes de Guitar Hero: Aerosmith, com grandes hits da banda além de várias covers.

Confira abaixo a lista completa com as músicas do jogo.


Metallica:

* All Nightmare Long
* Battery
* Creeping Death
* Disposable Heroes
* Dyers Eve
* Enter Sandman
* Fade To Black
* Fight Fire With Fire
* For Whom The Bell Tolls
* Frantic
* Fuel
* Hit The Lights
* King Nothing
* Master of Puppets
* Mercyful Fate (Medley)
* No Leaf Clover
* Nothing Else Matters
* One
* Orion
* Sad But True
* Seek And Destroy
* The Memory Remains
* The Shortest Straw
* The Thing That Should Not Be
* The Unforgiven
* Welcome Home (Sanitarium)
* Wherever I May Roam
* Whiplash

Outros artistas:

* Alice In Chains - No Excuses
* Bob Seger - Turn The Page
* Corrosion of Conformity - Albatross
* Diamond Head - Am I Evil?
* Foo Fighters - Stacked Actors
* Judas Priest - Hell Bent For Leather
* Kyuss - Demon Cleaner
* Lynyrd Skynyrd - Tuesdays Gone
* Machine Head - Beautiful Mourning
* Mastodon - Blood And Thunder
* Mercyful Fate - Evil
* Michael Schenker Group - Armed and Ready
* Motorhead - Ace of Spades
* Queen - Stone Cold Crazy
* Samhain - Mother of Mercy
* Slayer - War Ensemble
* Social Distortion - Mommy’s Little Monster
* Suicidal Tendencies - War Inside My Head
* System of a Down - Toxicity
* The Sword - Black River
* Thin Lizzy - The Boys Are Back in Town




beijo, me liga,

Pé de Pano



sábado, 24 de janeiro de 2009

OVERCLOCK 5,6GHZ !!!!!

Recorde nacional de overclocking é quebrado na Campus Party

A equipe BR-OCTeam chegou a uma velocidade de processamento de 5,6 Gh

O uso do nitrogênio líquido não é para qualquer situação: o fluido pode causar o congelamento rápido do tecido vivo, a, no mínimo, -120ºC. Porém neste sábado, dia 24, os participantes da área de Modding da Campus Party Brasil 2009 precisaram de 50 litros da substância para quebrar o recorde nacional de overclocking – técnica que pretende fazer com que o computador chegue ao seu rendimento máximo, acima do estipulado pelo fabricante.

Resfriando um Intel Core 2 Duo E8400 a -106ºC, eles aumentaram a velocidade do processador de 3 Gigahertzs para 5,6 Gigahertzs e atingiram a marca de 8,6 segundos no tempo de cálculo do número Pi (π) com 1 milhão de casas decimais. As diversas tentativas de chegar a esse número levaram mais de duas horas, em um constante reinício do sistema e modificações nas configurações. No ano passado, o recorde foi de 9,2 segundos em um processador que atingiu 5 Gh.

“A partir de 4,5 Gh, a vida útil do processador já começa a diminuir, por isso recomendamos que, em situações normais, as pessoas só aumentem em 10% a velocidade. Aqui é diferente: estamos tentanto o recorde. É algo extremo. Não estamos preocupados com a durabilidade da máquina”, explica Alexandre Zilbert, integrante da equipe BR-OCTeam. No lugar de nitrogênio líquido, o resfriamento no overclocking pode ser feito com ar frio ou água. “Todo mundo pode fazer em casa, se quiser”.

O recorde mundial é de 6,5 segundos de cálculo do Pi em um processador que chegou à velocidade de 6,8Gh. “O equipamento é importado e o custo de cada tentativa é bem alto, mas a idéia é ir melhorando e quebrar mais recordes”, finaliza Zilbert. Alguém se habilita?

Sobre a Campus Party

Criada na Espanha em 1997, a Campus Party transformou-se, em 12 anos de existência, no maior evento mundial integrando tecnologia, conteúdo digital e entretenimento em rede. Os participantes mudam-se com seus computadores, malas e barracas para dentro de uma arena, onde se conectam a uma rede superveloz e convivem em torno de oficinas, palestras, conferências, competições e atividades de lazer.

Todos ensinam, aprendem e compartilham conhecimento, exercendo, de fato, o sentido democrático e pluralista que deve ter a nova sociedade da informação. Participam do encontro estudantes, professores, cientistas, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários e milhares de visitantes. Em comum eles têm a busca pelas últimas novidades tecnológicas, pela troca livre de conteúdos e pelo compartilhamento de experiências ligadas ao mundo digital.

beijo, me liga,

Pé de Pano

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

FAIL

ESSA EU ROUBEI DO UHULL, NÃO TEVE COMO NÃO ROUBAR. MEU, Q ESTUPIDO....

É CADA UMA .... PQP!!!,

Pé de Pano

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

ELE VOLTOU!!

LEMBRA DELE?



É CADA UMA .... PQP!!!,

Pé de Pano

PRA FICAR NA HISTÓRIA...



LEIA E GUARDE: NA ÍNTEGRA O DISCURSO DE BARACK OBAMA


" Meus caros concidadãos

Estou aqui hoje humildemente diante da tarefa que temos pela frente, grato pela confiança que vocês depositaram em mim, ciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço ao presidente Bush pelos serviços que prestou à nação, assim como pela generosidade e a cooperação que ele demonstrou durante esta transição.

Quarenta e quatro americanos já fizeram o juramento presidencial. As palavras foram pronunciadas durante marés ascendentes de prosperidade e nas águas plácidas da paz. Mas de vez em quando o juramento é feito entre nuvens carregadas e tempestades violentas. Nesses momentos, a América seguiu em frente não apenas por causa da visão ou da habilidade dos que ocupavam os altos cargos, mas porque nós, o povo, permanecemos fiéis aos ideais de nossos antepassados e leais aos nossos documentos fundamentais.

Assim foi. Assim deve ser para esta geração de americanos.

Que estamos em meio a uma crise hoje é bem sabido. Nossa nação está em guerra, contra uma ampla rede de violência e ódio. Nossa economia está gravemente enfraquecida, uma consequência da cobiça e da irresponsabilidade de alguns, mas também de nosso fracasso coletivo em fazer escolhas difíceis e preparar o país para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos, cortados; empresas, fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham para muitos; e cada dia traz novas evidências de que os modos como usamos a energia reforçam nossos adversários e ameaçam nosso planeta.

Esses são indicadores de crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profundo, é o desgaste da confiança em todo o nosso país -- um temor persistente de que o declínio da América é inevitável, e que a próxima geração deve reduzir suas perspectivas.

Hoje eu lhes digo que os desafios que enfrentamos são reais. São sérios e são muitos. Eles não serão resolvidos facilmente ou em um curto período de tempo. Mas saiba disto, América -- eles serão resolvidos.

Neste dia, estamos reunidos porque escolhemos a esperança acima do medo, a unidade de objetivos acima do conflito e da discórdia.

Neste dia, viemos proclamar o fim dos sentimentos mesquinhos e das falsas promessas, das recriminações e dos dogmas desgastados que por tanto tempo estrangularam nossa política.

Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da escritura, chegou o tempo de pôr de lado as coisas infantis. Chegou o tempo de reafirmar nosso espírito resistente; de escolher nossa melhor história; de levar adiante esse dom precioso, essa nobre ideia, transmitida de geração em geração: a promessa dada por Deus de que todos são iguais, todos são livres e todos merecem a oportunidade de perseguir sua plena medida de felicidade.

Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é um fato consumado. Deve ser merecida. Nossa jornada nunca foi de tomar atalhos ou de nos conformar com menos. Não foi um caminho para os fracos de espírito -- para os que preferem o lazer ao trabalho, ou buscam apenas os prazeres da riqueza e da fama. Foram, sobretudo, os que assumem riscos, os que fazem coisas -- alguns célebres, mas com maior frequência homens e mulheres obscuros em seu labor, que nos levaram pelo longo e acidentado caminho rumo à prosperidade e à liberdade.

Por nós, eles empacotaram seus poucos bens terrenos e viajaram através de oceanos em busca de uma nova vida.

Por nós, eles suaram nas oficinas e colonizaram o Oeste; suportaram chicotadas cortantes e lavraram a terra dura.

Por nós, eles lutaram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg, na Normandia e em Khe Sahn.

Incansavelmente, esses homens e mulheres lutaram, se sacrificaram e trabalharam até ralar as mãos para que pudéssemos ter uma vida melhor. Eles viam a América como algo maior que a soma de nossas ambições individuais; maior que todas as diferenças de nascimento, riqueza ou facção.

Esta é a jornada que continuamos hoje. Ainda somos a nação mais próspera e poderosa da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando esta crise começou. Nossas mentes não são menos criativas, nossos produtos e serviços não menos necessários do que foram na semana passada, no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade continua grande. Mas nosso tempo de repudiar mudanças, de proteger interesses limitados e de protelar decisões desagradáveis -- esse tempo certamente já passou. A partir de hoje, devemos nos reerguer, sacudir a poeira e começar novamente o trabalho de refazer a América.

Para todo lugar aonde olharmos há trabalho a ser feito. A situação da economia pede ação ousada e rápida, e vamos agir -- não apenas para criar novos empregos, mas depositar novas bases para o crescimento. Vamos construir estradas e pontes, as redes elétricas e linhas digitais que alimentam nosso comércio e nos unem. Vamos restabelecer a ciência a seu devido lugar e utilizar as maravilhas da tecnologia para melhorar a qualidade dos serviços de saúde e reduzir seus custos. Vamos domar o sol, os ventos e o solo para movimentar nossos carros e fábricas. E vamos transformar nossas escolas, colégios e universidades para suprir as demandas de uma nova era. Tudo isso nós podemos fazer. E tudo isso faremos.

Agora, há alguns que questionam a escala de nossas ambições -- que sugerem que nosso sistema não pode tolerar um excesso de grandes planos. Suas memórias são curtas. Pois eles esqueceram o que este país já fez; o que homens e mulheres livres podem conseguir quando a imaginação se une ao objetivo comum, e a necessidade à coragem.

O que os cínicos não entendem é que o chão se moveu sob eles -- que as discussões políticas mofadas que nos consumiram por tanto tempo não servem mais. A pergunta que fazemos hoje não é se nosso governo é grande demais ou pequeno demais, mas se ele funciona -- se ele ajuda as famílias a encontrar empregos com salários decentes, tratamentos que possam pagar, uma aposentadoria digna. Quando a resposta for sim, pretendemos seguir adiante. Quando a resposta for não, os programas terminarão. E aqueles de nós que administram os dólares públicos terão de prestar contas -- gastar sabiamente, reformar os maus hábitos e fazer nossos negócios à luz do dia -- porque somente então poderemos restaurar a confiança vital entre uma população e seu governo.

Tampouco enfrentamos a questão de se o mercado é uma força do bem ou do mal. Seu poder de gerar riqueza e expandir a liberdade é inigualável, mas esta crise nos lembrou de que sem um olhar vigilante o mercado pode sair do controle -- e que uma nação não pode prosperar por muito tempo quando favorece apenas os prósperos. O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; de nossa capacidade de estender oportunidades a todos os corações dispostos -- não por caridade, mas porque é o caminho mais certeiro para o nosso bem comum.

Quanto a nossa defesa comum, rejeitamos como falsa a opção entre nossa segurança e nossos ideais. Nossos pais fundadores, diante de perigos que mal podemos imaginar, redigiram uma carta para garantir o regime da lei e os direitos do homem, uma carta expandida pelo sangue de gerações. Aqueles ideais ainda iluminam o mundo, e não vamos abandoná-los em nome da conveniência. E assim, para todos os outros povos e governos que nos observam hoje, das maiores capitais à pequena aldeia onde meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de toda nação e de todo homem, mulher e criança que busque um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar novamente.

Lembrem que as gerações passadas enfrentaram o fascismo e o comunismo não apenas com mísseis e tanques, mas com sólidas alianças e convicções duradouras. Elas compreenderam que somente nossa força não é capaz de nos proteger, nem nos dá o direito de fazer o que quisermos. Pelo contrário, elas sabiam que nosso poder aumenta através de seu uso prudente; nossa segurança emana da justeza de nossa causa, da força de nosso exemplo, das qualidades moderadoras da humildade e da contenção.

Somos os mantenedores desse legado. Conduzidos por esses princípios mais uma vez, podemos enfrentar essas novas ameaças que exigem um esforço ainda maior -- maior cooperação e compreensão entre as nações. Vamos começar de maneira responsável a deixar o Iraque para sua população, e forjar uma paz duramente conquistada no Afeganistão. Com antigos amigos e ex-inimigos, trabalharemos incansavelmente para reduzir a ameaça nuclear e reverter o espectro do aquecimento do planeta. Não pediremos desculpas por nosso modo de vida, nem vacilaremos em sua defesa, e aos que buscam impor seus objetivos provocando o terror e assassinando inocentes dizemos hoje que nosso espírito está mais forte e não pode ser dobrado; vocês não podem nos superar, e nós os derrotaremos.

Pois sabemos que nossa herança de colcha de retalhos é uma força, e não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus -- e de descrentes. Somos formados por todas as línguas e culturas, saídos de todos os cantos desta Terra; e como provamos o sabor amargo da guerra civil e da segregação, e emergimos daquele capítulo escuro mais fortes e mais unidos, só podemos acreditar que os antigos ódios um dia passarão; que as linhas divisórias logo se dissolverão; que, conforme o mundo se tornar menor, nossa humanidade comum se revelará; e que a América deve exercer seu papel trazendo uma nova era de paz.

Ao mundo muçulmano, buscamos um novo caminho à frente, baseado no interesse mútuo e no respeito mútuo. Para os líderes de todo o mundo que buscam semear conflito, ou culpam o Ocidente pelos males de sua sociedade -- saibam que seu povo os julgará pelo que vocês podem construir, e não pelo que vocês destroem. Para os que se agarram ao poder através da corrupção e da fraude e do silenciamento dos dissidentes, saibam que vocês estão no lado errado da história; mas que lhes estenderemos a mão se quiserem abrir seu punho cerrado.

Aos povos das nações pobres, prometemos trabalhar ao seu lado para fazer suas fazendas florescer e deixar fluir águas limpas; alimentar corpos famintos e nutrir mentes famintas. E para as nações como a nossa, que gozam de relativa abundância, dizemos que não podemos mais suportar a indiferença pelos que sofrem fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem pensar nas consequências. Pois o mundo mudou, e devemos mudar com ele.

Ao considerar o caminho que se desdobra a nossa frente, lembramos com humilde gratidão daqueles bravos americanos que, nesta mesma hora, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos dizer hoje, assim como os heróis caídos que repousam em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não só porque são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles personificam o espírito de servir; a disposição para encontrar significado em algo maior que eles mesmos. No entanto, neste momento -- um momento que definirá uma geração -- é exatamente esse espírito que deve habitar em todos nós.

Pois por mais que o governo possa fazer e deva fazer, afinal é com a fé e a determinação do povo americano que a nação conta. É a bondade de hospedar um estranho quando os diques se rompem, o altruísmo de trabalhadores que preferem reduzir seus horários a ver um amigo perder o emprego, que nos fazem atravessar as horas mais sombrias. É a coragem do bombeiro para subir uma escada cheia de fumaça, mas também a disposição de um pai a alimentar seu filho, o que finalmente decide nosso destino.

Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com que os enfrentamos podem ser novos. Mas os valores de que depende nosso sucesso -- trabalho duro e honestidade, coragem e justiça, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo -- essas são coisas antigas. São coisas verdadeiras. Elas têm sido a força silenciosa do progresso durante toda a nossa história. O que é exigido de nós hoje é uma nova era de responsabilidade -- um reconhecimento, por parte de todos os americanos, de que temos deveres para nós mesmos, nossa nação e o mundo, deveres que não aceitamos resmungando, mas sim agarramos alegremente, firmes no conhecimento de que não há nada tão satisfatório para o espírito, tão definidor de nosso caráter, do que dar tudo o que podemos em uma tarefa difícil.

Esse é o preço e a promessa da cidadania.

Essa é a fonte de nossa confiança -- o conhecimento de que Deus nos chama para moldar um destino incerto.

Esse é o significado de nossa liberdade e nosso credo -- a razão por que homens e mulheres e crianças de todas as raças e todas as fés podem se unir em comemoração neste magnífico espaço, e por que um homem cujo pai, menos de 60 anos atrás, talvez não fosse atendido em um restaurante local hoje pode se colocar diante de vocês para fazer o juramento mais sagrado.

Por isso vamos marcar este dia com lembranças, de quem somos e do longo caminho que percorremos. No ano do nascimento da América, no mês mais frio, um pequeno bando de patriotas se amontoava junto a débeis fogueiras nas margens de um rio gelado. A capital fora abandonada. O inimigo avançava. A neve estava manchada de sangue. No momento em que o resultado de nossa revolução era mais duvidoso, o pai de nossa nação ordenou que estas palavras fossem lidas para o povo:

"Que seja dito ao mundo futuro ... que na profundidade do inverno, quando nada exceto esperança e virtude poderiam sobreviver ... que a cidade e o país, alarmados diante de um perigo comum, avançaram para enfrentá-lo".

A América, diante de nossos perigos comuns, neste inverno de nossa dificuldade, vamos nos lembrar dessas palavras atemporais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes geladas, e suportar o que vier. Que seja dito pelos filhos de nossos filhos que quando fomos testados nos recusamos a deixar esta jornada terminar, não viramos as costas nem vacilamos; e com os olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos adiante o grande dom da liberdade e o entregamos em segurança às futuras gerações. "

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves


OS PASSOS DA POSSE

MEMÓRIA

  • AFP - 5.nov.2008

    Em 5 de novembro de 2008, Obama faz seu 1º discurso após ser eleito presidente dos EUA


LEIA MAIS

  • Molly Riley/EFE

    Barack Obama assina primeiro ato com presidente depois de ter sido empossado em Washington

  • Paul J. Richards/AFP

    O Capitólio, pouco antes
    de receber Barack Obama

E DETALHE, O DISCURSO DE OBAMA FOI ESCRITO POR UM JOVEM DE 29 ANOS...

AGORA É ESPERAR PRA VER SE O CARA É TUDO ISSO QUE DIZ SER...


beijo, me liga,

Pé de Pano



terça-feira, 13 de janeiro de 2009

CÔMODO DOS SONHOS

IMAGINA TER UM QUARTIM ANSIN... PENSE!

beijo, me liga, E TROCA PELA BRAHMA, PLEASE!!

Pé de Pano

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

QUER COMEÇAR O ANO EMPREGADO?

Vaga de zelador de ilha paradisíaca oferece R$ 40 mil



O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.

O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.

A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$ 150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.

Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.

O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.

"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.

Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.

Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.

Marketing

De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.

"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.

Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.

O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.

"Acredito que o maior risco será que o empregado não vai querer ir para casa no final dos seis meses", disse Boyle.

Surfista dá soco em tubarão e salva prima de ataque

Um surfista de 31 anos e uma menina de 13 foram salvos de ataques de tubarão branco neste final de semana em duas praias na Tasmânia. Enquanto o primeiro foi salvo por seus amigos, que fizeram os primeiros socorros com uma parte da prancha, a segunda foi socorrida por seu primo, também surfista, que socou o animal.

O primeiro ataque ocorreu na praia de Fingal. Jonathon Beard, 31 anos, estava sentado em sua prancha próximo a golfinhos quando teve uma de suas pernas mordida. "Ele gritou 'tubarão', e então nós vimos o sangue na água e percebemos que era sério", disse um de seus amigos ao um canal local.

Segundo o site de notícias The Advocate, os outros surfistas que acompanhavam Beard usaram um lash (espécie de elástico que prende a prancha ao surfista) para estancar o sangramento enquanto os paramédicos não chegavam. A mordida tinha cerca de 40 cm de diâmetro e 10 cm de profundidade.

Também na Tasmânia, mas na praia de Binalong, um surfista australiano salvou sua prima de 13 anos de um ataque de um tubarão branco de 5 m ao socar a cabeça do animal. De acordo com a polícia local, ela foi arrastada pelo animal para baixo d'água duas vezes até seu primo chegar ao local para salvá-la.

O seu primo, um surfista de Queensland, na Austrália, a colocou em cima de sua prancha e nadou de volta para a areia. Durante o trajeto, o tubarão chegou a segui-los, mas ambos chegaram salvos à costa. Segundo o The Advocate, o estado da menina era estável no domingo à noite.

beijo, me liga,

Pé de Pano